Há diferenciação
Porque cada região
Tem seu jeito de falar
O Nordeste é excelente
Tem um jeito diferente
Que a outro não se iguala
Alguém chato é Abusado
Se quebrou, Tá Enguiçado
É assim que a gente fala
Uma ferida é Pereba
Homem alto é Galalau
Ou então é Varapau
E coisa ruim é Peba
Cisco no olho é Argueiro
O sovina é Pirangueiro
Enguiçar é Dar o Prego
Fofoca aqui é Fuxico
Desistir é Pedir Penico
Lugar longe é Caxaprego
Ladainha é Lengalenga
E um estouro é Pipoco
Qualquer botão é Pitoco
E confusão é Arenga
Fantasma é Alma Penada
Uma conversa fiada
Por aqui é Leriado
Palavrão é Nome Feio
Agonia é Aperreio
E metido é Amostrado
O nosso palavreado
Não se pode ignorar
Pois ele é peculiar
É bonito, é Arretado
E é nosso dialeto
Sendo assim, está correto
Dizer que esperma é Gala
É feio pra muita gente
Mas não é incoerente
É assim que a gente fala
Você pode estranhar
Mas ele não tem defeito
Aqui bala é Confeito
Rir de alguém é Mangar
Mexer em algo é Bulir
Paquerar é Se Inxirir
E correr é Dar Carreira
Qualquer coisa torta é Troncha
Marca de pancada é Roncha
E a caxumba é Papeira
Longe é o Fim do Mundo
E garganta aqui é Goela
Veja que a língua é bela
E nessa língua eu vou fundo
Tentar muito é Pelejar
Apertar é Acochar
Homem rico é Estribado
Se for muito parecido
Diz-se Cagado e Cuspido
E uma fofoca é Babado
Desconfiado é Cabreiro
Travessura é Presepada
Uma cuspida é Goipada
Frente de casa é Terreiro
Dar volta é Arrudiar
Confessar, Desembuchar
Quem trai alguém, Apunhala
Distraído é Aluado
Quem está mal, Tá Lascado
É assim que a gente fala
Aqui valer é Vogar
E quem não paga é Xexeiro
Quem dá furo é Fuleiro
E parir é Descansar
Um rastro é Pisunhada
A buchuda é Amojada
E pão-duro é Amarrado
Verme no bucho é Lombriga
Com raiva Tá Com a Bixiga
E com medo é Acuado
Tocar em algo é Triscar
O último é Derradeiro
E para trocar dinheiro
Nós falamos Destrocar
Tudo que é bom é Massa
O Policial é Praça
Pessoa esperta é Danada
Vitamina dá Sustança
A barriga aqui é Pança
E porrada é Cipoada
Alguém sortudo é Cagado
Capotagem é Cangapé
O mendigo é Esmolé
Quem tem pressa é Avexado
A sandália é Percata
Uma correia, Arriata
Sem ter filho é Gala Rala
O cascudo é Cocorote
E o folgado é Folote
É assim que a gente fala
Perdeu a cor é Bufento
Se alguém dá liberdade
Pra entrar na intimidade
Dizemos Dar Cabimento
Varrer aqui é Barrer
Se a calcinha aparecer
Mostra a Polpa da Bunda
Mulher feia é Canhão
Neco é pra negação
Nas costas, é na Cacunda
Palhaçada é Marmota
Tá doido é Tá Variando
Mas a gente conversando
Fala assim e nem nota
Cabra chato é Cabuloso
Insistente é Pegajoso
Remédio aqui é Meisinha
Chateado é Emburrado
E quando tá Invocado
Dizemos Tá Com a Murrinha
Não concordo, é Pois Sim
Tô às ordens é Pois Não
Beco ao lado é Oitão
A corrente é Trancilim
Ou Volta, sem o pingente
Uma surpresa é, Oxente!
Quem abre o olho Arregala
Vou Chegando, é pra sair
Torcer o pé, Desmintir
É assim que a gente fala
A cachaça é Meropéia
Tá triste é Acabrunhado
O bobo é Apombalhado
Sem qualidade é Borréia
A árvore é Pé de Pau
Caprichar é Dar o Grau
Mercado é Venda ou Bodega
Quem olha tá Espiando
Ou então, Tá Curiando
E quem namora Chumbrega
Coceira na pele é Xanha
E molho de carne é Graxa
Uma pelada é um Racha
Onde se perde ou se ganha
Defecar se chama Obrar
Ou simplesmente Cagar
Sem juízo é Abilolado
Ou tem o Miolo Mole
Sanfona também é Fole
E com raiva é Infezado
Estilingue é Balieira
Uma prostituta é Quenga
Cabra medroso é Molenga
Um baba ovo é Chaleira
Opinar é Dar Pitaco
Axila é Suvaco
E cabra ruim é Mala
Atrás da nuca é Cangote
Adolescente é Frangote
É assim que a gente fala
Lugar longe aqui é Brenha
Conversa besta, Arisia
Venha, ande, é Avia
Fofoca é também Resenha
O dado aqui é Bozó
Um grande amor é Xodó
Demorar muito é Custar
De pernas tortas é Zambeta
Morre, Bate a Caçuleta
Ficar cheirando é Fungar
A clavícula aqui é Pá
Um mal-estar é Gastura
Um vento bom é Frescura
Ali, se diz, Acolá
Um sujeito inteligente
Muito feio ou valente
É o Cão Chupando Manga
Um companheiro é Pareia
Depende é Aí Vareia
Tic nervoso é Munganga
Colar prova é Filar
Brigar é Sair no Braço
Nosso lombo é Ispinhaço
Faltar aula é Gazear
Quem fala alto ou grita
Pra gente aqui é Gasguita
Quem faz pacote, Embala
Enrugado é Ingilhado
Com dor no corpo, Ingembrado
É assim que a gente fala
Um afago é Alisado
Um monte de gente é Ruma
Pra perguntar como, é Cuma
E bicho gordo é Cevado
A calça curta é Coronha
Um cabra leso é Pamonha
E manha aqui é Pantim
Coisa velha é Cacareco
O copo aqui é Caneco
E coisa pouca é Tiquim
Mulher desqualificada
Chamamos de Lambisgóia
Tudo que sobra, é Bóia
E muita gente é Cambada
O nariz aqui é Venta
A polenta é Quarenta
Mandar correr é Acunha
Ter um azar é Quizila
A bola de gude é Bila
Sofrer de amor, Roer Unha
Aprendi desde pivete
Que homem franzino é Xôxo
Quem é medroso é um Frouxo
E comprimido é Cachete
Sujeira em olho é Remela
Quem não tem dente é Banguela
Quem fala muito e não cala
Aqui se chama Matraca
Cheiro de suor, Inhaca
É assim que a gente fala
Pra dizer ponto final
A gente só diz: E Priu
Pra chamar é Dando Siu
Sem falar, Fica de Mal
Separar é Apartá
Desviar é Ataiá
E pra desmentir é Nego
Quem está desnorteado
Aqui se diz Ariado
E complicado é Nó Cego
Coisa fácil é Fichinha
Dose de cana é Lapada
Empurrão é Dá Peitada
E o banheiro é Casinha
Tudo pequeno é Cotoco
Vigi! Quer dizer, por pouco
Desde o tempo da senzala
Nessa terra nordestina
Seu menino, essa menina!
É assim que a gente fala.
Ismael Gaião da Costa
terça-feira, 7 de junho de 2011
Espinheta Paixão
Dois pés de mandacarus
Em uma vereda se via.
Ali cresceram juntinhos
É assim que se noticia.
Não sei se é bem verdade,
Ou lenda que o povo cria.
O povo que passa por lá,
Fazendo sua romaria,
Diz que um, é o tal João,
O outro, é a bela Maria,
Filha de um fazendeiro
Que o namoro não queria.
Ela uma moça bonita!
João um bonito rapaz...
Que fora abatido a tiros,
Pelas mãos de um capataz.
A mando do fazendeiro,
Que nada entendia de paz.
Maria ficou desesperada,
Com a morte de sua paixão,
De posse de um punhal
Sangrou o seu coração,
E caiu em cima do moço,
Que estava morto no chão.
O velho pai desesperado
Acabou por enlouquecer.
Vendo sua filha única
Daquele modo morrer,
E teve ali o seu castigo
Porque fez por merecer.
Pouco tempo depois
Nascia naquele lugar.
Um par de mandacarus
Frente a frente a namorar.
Marco da velha história
Que eu acabo de contar.
Dalinha Catunda
Em uma vereda se via.
Ali cresceram juntinhos
É assim que se noticia.
Não sei se é bem verdade,
Ou lenda que o povo cria.
O povo que passa por lá,
Fazendo sua romaria,
Diz que um, é o tal João,
O outro, é a bela Maria,
Filha de um fazendeiro
Que o namoro não queria.
Ela uma moça bonita!
João um bonito rapaz...
Que fora abatido a tiros,
Pelas mãos de um capataz.
A mando do fazendeiro,
Que nada entendia de paz.
Maria ficou desesperada,
Com a morte de sua paixão,
De posse de um punhal
Sangrou o seu coração,
E caiu em cima do moço,
Que estava morto no chão.
O velho pai desesperado
Acabou por enlouquecer.
Vendo sua filha única
Daquele modo morrer,
E teve ali o seu castigo
Porque fez por merecer.
Pouco tempo depois
Nascia naquele lugar.
Um par de mandacarus
Frente a frente a namorar.
Marco da velha história
Que eu acabo de contar.
Dalinha Catunda
Ai se sesse
Disseram para o poeta Zé da Luz que pra falar de amor, era necessário uma português correto e tal.
E aí ele escreveu essa poesia:
Se um dia nois se gostasse
Se um dia nois se queresse
Se nois dois se empareasse
Se juntim nois dois vivesse
Se juntim nois dois morasse
Se juntim nois dois drumisse
Se juntim nois dois morresse
Se pro céu nois assubisse
Mas porém acontecesse
De São Pedro não abrisse
A porta do céu e fosse
Te dizer qualquer tulice
E se eu me arriminasse
E tu cum eu insistisse
Pra que eu me arresolvesse
E a minha faca puxasse
E o bucho do céu furasse
Tarvês que nois dois ficasse
Tarvês que nois dois caisse
E o céu furado arriasse
E as virgi toda fugisse
Autor: Poeta Zé da Luz
E aí ele escreveu essa poesia:
Se um dia nois se gostasse
Se um dia nois se queresse
Se nois dois se empareasse
Se juntim nois dois vivesse
Se juntim nois dois morasse
Se juntim nois dois drumisse
Se juntim nois dois morresse
Se pro céu nois assubisse
Mas porém acontecesse
De São Pedro não abrisse
A porta do céu e fosse
Te dizer qualquer tulice
E se eu me arriminasse
E tu cum eu insistisse
Pra que eu me arresolvesse
E a minha faca puxasse
E o bucho do céu furasse
Tarvês que nois dois ficasse
Tarvês que nois dois caisse
E o céu furado arriasse
E as virgi toda fugisse
Autor: Poeta Zé da Luz
TE AMO TANTO
TE AMO TANTO
QUE NÃO SEI QUANDO
VOU PARAR DE SOFRER
ÉS MINHA VIDA
A MINH’ÁLMA PERDIDA
SÓ ENCONTRO EM VOCÊ
NÃO SEI O QUE VAI SER DE MIM
SE UM DIA EU TE PERDER
QUE A MINHA VIDA ASSIM
MÃO É NADA SEM VOCÊ
O TEMPO PARECE NÃO PASSAR
EM TUDO QUE VEJO SÓ LEMBRA VOCÊ
SEJA ONDE FOR EM QUALQUER LUGAR
TÁ IMPOSSIVEL É TE ESQUECER
MEU MUNDO ESTÁ TÃO PERDIDO
SEM VOCÊ AQUI PERTO DE MIM
MEU CORAÇÃO TÁ QUEBRADO PARTIDO
E JÁ ESTÁ CHEGANDO AO FIM
Autor: Lucimario Almeida
QUE NÃO SEI QUANDO
VOU PARAR DE SOFRER
ÉS MINHA VIDA
A MINH’ÁLMA PERDIDA
SÓ ENCONTRO EM VOCÊ
NÃO SEI O QUE VAI SER DE MIM
SE UM DIA EU TE PERDER
QUE A MINHA VIDA ASSIM
MÃO É NADA SEM VOCÊ
O TEMPO PARECE NÃO PASSAR
EM TUDO QUE VEJO SÓ LEMBRA VOCÊ
SEJA ONDE FOR EM QUALQUER LUGAR
TÁ IMPOSSIVEL É TE ESQUECER
MEU MUNDO ESTÁ TÃO PERDIDO
SEM VOCÊ AQUI PERTO DE MIM
MEU CORAÇÃO TÁ QUEBRADO PARTIDO
E JÁ ESTÁ CHEGANDO AO FIM
Autor: Lucimario Almeida
Saudade é chorar sorrindo com o coração chorando
A saudade é sentimento
Que amarga e dar prazer
Mas faz parte do viver
Do amor é o fermento
Se é parte do tormento
Ver as lágrimas derramando
Mesmo triste vou cantando
Não posso ficar fingindo
Saudade é chorar sorrindo
Com o coração chorando.
Quem não ama não conhece
Da saudade o sofrimento
Não viveu este momento
Na noite quando anoitece
Que o coração padece
E as lágrimas derramando
Não dorme fica pensando
E no peito a dor sentindo
Saudade é chorar sorrindo
Com o coração chorando.
Anizio
Que amarga e dar prazer
Mas faz parte do viver
Do amor é o fermento
Se é parte do tormento
Ver as lágrimas derramando
Mesmo triste vou cantando
Não posso ficar fingindo
Saudade é chorar sorrindo
Com o coração chorando.
Quem não ama não conhece
Da saudade o sofrimento
Não viveu este momento
Na noite quando anoitece
Que o coração padece
E as lágrimas derramando
Não dorme fica pensando
E no peito a dor sentindo
Saudade é chorar sorrindo
Com o coração chorando.
Anizio
Julieta
Brilho de Vênus, ilusões douradas
Alma que chora, que sorri e canta
Nécta formado pela sombra santa
Das brancas franjas das manhãs nevadas
Flor das flores que nas madrugadas
Os jardins da vida sua essência encanta
Celeste lírio, genuína planta
Serena bruma do País das Fadas
Em teu rosto, angelical criança
Existe algo de uma esperança
Que Deus envia lá do céu sorrindo
A criatura que te ouvir falar
O espírito pede para contemplar
A graça pura de teu rosto lindo
João Batista de Siqueira - Cancão
Alma que chora, que sorri e canta
Nécta formado pela sombra santa
Das brancas franjas das manhãs nevadas
Flor das flores que nas madrugadas
Os jardins da vida sua essência encanta
Celeste lírio, genuína planta
Serena bruma do País das Fadas
Em teu rosto, angelical criança
Existe algo de uma esperança
Que Deus envia lá do céu sorrindo
A criatura que te ouvir falar
O espírito pede para contemplar
A graça pura de teu rosto lindo
João Batista de Siqueira - Cancão
Alma Gêmea
Duas almas bem unidas
São duas gotas de orvalho
São duas rosas num galho
Das brisas favorecidas
São duas plantas erguidas
No campo das ilusões
Duas imaginações
Que numa só senda trilham
Duas auroras que brilham
No céu de dois corações.
João Batista de Siqueira - Cancão
São duas gotas de orvalho
São duas rosas num galho
Das brisas favorecidas
São duas plantas erguidas
No campo das ilusões
Duas imaginações
Que numa só senda trilham
Duas auroras que brilham
No céu de dois corações.
João Batista de Siqueira - Cancão
quinta-feira, 2 de junho de 2011
SONETO EU SOU
MODERNO COM ALEGRIA
ESTUDANTE INTELIGENTE
UM ETERNO CONCIENTE
NO MUNDO DA MELODIA
O MELHO VERSO DO DIA
MENININHO COMPETENTE
E MAIORAL DO REPENTE
É RIMA E TEM POESIA
NO MOMENTO QUE EU CANTO
ISTO TUDO CAUSA ESPANTO
LINDO BEM DESENVOLVIDO
TALENTOSO APAIXONADO
O POVO GRITA DE LADO
NUNCA SERAIS ESQUECIDO
Autor: José Nilton (Poeta Divino) 30 de agosto de 2010 São José do Egito – PE
ESTUDANTE INTELIGENTE
UM ETERNO CONCIENTE
NO MUNDO DA MELODIA
O MELHO VERSO DO DIA
MENININHO COMPETENTE
E MAIORAL DO REPENTE
É RIMA E TEM POESIA
NO MOMENTO QUE EU CANTO
ISTO TUDO CAUSA ESPANTO
LINDO BEM DESENVOLVIDO
TALENTOSO APAIXONADO
O POVO GRITA DE LADO
NUNCA SERAIS ESQUECIDO
Autor: José Nilton (Poeta Divino) 30 de agosto de 2010 São José do Egito – PE
SONETO VOCÊ
SEU SORRISO TÃO MEIGO É ENVOLVENTE
ENVOLVE-ME COM TANTA VALENTIA
É POR ISSO QUE PENSO TODO DIA
NO SEU JEITO TÃO DOCE E ATRAENTE
A PAIXÃO QUE EU SINTO É PERMANENTE
PORQUE EU SEM VOCÊ PERCO A MAGIA
EU TE DIGO SEM TE NADA SERIA
POIS ÉS TU QUE ME DEIXA ALEGREMENTE
ÉS SINCERA ÉS RARA E É BELDADE
É A MOÇA MAIS LINDA DA CIDADE
SEU OLHAR É SINCERO E É FACEIRO
SUA BELEZA É UM VICIO QUE NÃO FINDA
É DE LINDA A PESSOA QUE É MAIS LINDA
É DE CHEIRO O PERFUME DE MAIS CHEIRO
Autor: José Nilton (Poeta Divino) 9 de setembro de 2010 São José do Egito – PE
ENVOLVE-ME COM TANTA VALENTIA
É POR ISSO QUE PENSO TODO DIA
NO SEU JEITO TÃO DOCE E ATRAENTE
A PAIXÃO QUE EU SINTO É PERMANENTE
PORQUE EU SEM VOCÊ PERCO A MAGIA
EU TE DIGO SEM TE NADA SERIA
POIS ÉS TU QUE ME DEIXA ALEGREMENTE
ÉS SINCERA ÉS RARA E É BELDADE
É A MOÇA MAIS LINDA DA CIDADE
SEU OLHAR É SINCERO E É FACEIRO
SUA BELEZA É UM VICIO QUE NÃO FINDA
É DE LINDA A PESSOA QUE É MAIS LINDA
É DE CHEIRO O PERFUME DE MAIS CHEIRO
Autor: José Nilton (Poeta Divino) 9 de setembro de 2010 São José do Egito – PE
SONETO MAMÃE
JÁ FIZESTE POR MIM TANTA BONDADE
QUE NÃO SEI SE EU IREI RETRIBUIR
NESTE MUNDO NÃO HÁ COMO INSISTIR
UM ALGUÉM TENDO TANTA LEALDADE
SEU CARINHO É SUBLIME DE VERDADE
EU SOU FILHO E POSSO ADMITIR
ELA DIZ SORRIREI SE TU SORRIR
SOU FELIZ SE TIVER FELICIDADE
MAMÃE ÉS UMA FLOR QUE DESABROCHA
TU ÉS FORTE IGUALMENTE A UMA ROCHA
MAMÃE SOIS A RAZÃO DE MINHA VIDA
NESTE SIMPLES SONETO DEIXO ESCRITO
O AMOR QUE EU SINTO É INFINITO
ISSO FIZ PRA VOCÊ MAMÃE QUERIDA
Autor: José Nilton (Poeta Divino) 1 de setembro de 2010 São José do Egito – PE
QUE NÃO SEI SE EU IREI RETRIBUIR
NESTE MUNDO NÃO HÁ COMO INSISTIR
UM ALGUÉM TENDO TANTA LEALDADE
SEU CARINHO É SUBLIME DE VERDADE
EU SOU FILHO E POSSO ADMITIR
ELA DIZ SORRIREI SE TU SORRIR
SOU FELIZ SE TIVER FELICIDADE
MAMÃE ÉS UMA FLOR QUE DESABROCHA
TU ÉS FORTE IGUALMENTE A UMA ROCHA
MAMÃE SOIS A RAZÃO DE MINHA VIDA
NESTE SIMPLES SONETO DEIXO ESCRITO
O AMOR QUE EU SINTO É INFINITO
ISSO FIZ PRA VOCÊ MAMÃE QUERIDA
Autor: José Nilton (Poeta Divino) 1 de setembro de 2010 São José do Egito – PE
SONETO PAPAI
POR SER HOMEM DE HONRA E DE CONDUTA
SE ERROU FOI TENTANDO SER PERFEITO
ENSINOU MEUS IRMÃOS DO MESMO JEITO
OS MOSTRANDO AQUI COMO SE LUTA
MEUS IRMÃOS QUASE SEMPRE O ESCUTA
ME ORGULHO FAZER ESTE CONCEITO
ESTE HEROI QUE EU FALO É SEM DEFEITO
SUA HISTÓRIA É QUASE ABSOLUTA
UMA COPIA DE TE NUNCA SEREI
POIS DOS MESTRES DOS MESTRES FOSTE REI
TU ÉS PAPAI A LUZ QUE TEM MAIS BRILHO
E MEU VERSO SE TORNA CRISTALINO
ACOMPANHO-LHE PAPAI DESDE MENINO
AGRADEÇO A VOCÊ POR SER SEU FILHO
Autor: José Nilton (Poeta Divino) 30 de agosto de 2010 São José do Egito -PE
SE ERROU FOI TENTANDO SER PERFEITO
ENSINOU MEUS IRMÃOS DO MESMO JEITO
OS MOSTRANDO AQUI COMO SE LUTA
MEUS IRMÃOS QUASE SEMPRE O ESCUTA
ME ORGULHO FAZER ESTE CONCEITO
ESTE HEROI QUE EU FALO É SEM DEFEITO
SUA HISTÓRIA É QUASE ABSOLUTA
UMA COPIA DE TE NUNCA SEREI
POIS DOS MESTRES DOS MESTRES FOSTE REI
TU ÉS PAPAI A LUZ QUE TEM MAIS BRILHO
E MEU VERSO SE TORNA CRISTALINO
ACOMPANHO-LHE PAPAI DESDE MENINO
AGRADEÇO A VOCÊ POR SER SEU FILHO
Autor: José Nilton (Poeta Divino) 30 de agosto de 2010 São José do Egito -PE
quinta-feira, 5 de maio de 2011
SAUDADE
O Stress contribui,
Para a pressão hipertensa,
A pessoa depressiva,
A solidão é propensa,
E a medicina não trata,
Saudade como doença!
Quem sente saudade intensa,
Quando a distancia separa,
Carrega o peito de angustia,
E triste o coração dispara,
E a saudade abre ferida,
Que só reencontro sará!
Ela expõe na nossa cara,
A foto do sentimento,
Com a tinta da tristeza,
Na folha do pensamento,
A dor escreve saudade,
Com “S” de Sofrimento!
Provoca envelhecimento,
Tristeza e desesperança,
Os sintomas são os mesmos,
Em velhos, jovens e crianças,
Vírus do raker do tempo,
Que deleta na lembrança!
A saudade não se cansa,
De gargalhar de quem chora,
Não é dor que um comprimido,
Ajuda a passar na hora,
É um banço que a pessoa,
Só vendo a outra melhora!
Ninguém sabe onde ela mora,
Mais vive em todo lugar,
Quem ama sente desejo,
De ver ouvir e tocar,
E gostar sem sentir saudades,
É mesmo que não gostar!
Todos que conseguem amar,
São portadores suspeitos,
Nas cartas nos telegramas,
Nos telefonemas feitos,
Seria rica a SAUDADE,
Se cobrasse os seus diretos!
A dor dos sonhos desfeitos,
Faz a saudade existir,
Ninguém rompe um casamento,
Com quem gosta sem sentir,
Saudade naquelas horas,
Que se deita pra dormir!
Sua voz não posso ouvir,
Seu rosto é desconhecido,
Quem diz que não tem saudade,
Perdendo um ente querido,
Pode a até ficar sem sono,
Mais sem saudade eu duvido!
Ela não toma partido,
Nem faz distinção de amante,
Um texto sem ter autor,
E uma imagem constante,
Na televisão dos olhos,
De quem se encontra distante!
Às vezes por um rompante,
A gente acaba um amor,
No outro dia a saudade,
Ponto final não quer pôr,
E o sal que começa o nome,
Tempera o gosto da dor!
Estuda o interior,
Da alma que se apaixona,
Entra sem pedir licença,
E Toma conta sem dona,
Sem avisar põe na mira,
E Sem piedade detona!
Meu coração deu carona,
Sem querer e ela entrou,
A enchente dos meus olhos,
Ha muito tempo secou,
E trago no peito um incêndio,
Que a saudade começou!
Ela toca quem amou,
E viu que amar valia à pena,
No rol das grandes paixões,
Não tem saudade pequena,
E recaída de sarampo,
É 10 vezes mais amena!
Corpo e alma ela envenena,
De quem sofre o abandono,
Quando ela pega pesado,
No máximo os olhos do dono,
Nas 12 horas de noite,
Tem 10 minutos de sono!
Eu não xeroco nem clono,
Da saudade as digitais,
Sombra dos apaixonados,
Carma que aflige os casais,
E o mal que ela faz aos corpos,
Nem tuberculose faz!
Os Nonatos
Para a pressão hipertensa,
A pessoa depressiva,
A solidão é propensa,
E a medicina não trata,
Saudade como doença!
Quem sente saudade intensa,
Quando a distancia separa,
Carrega o peito de angustia,
E triste o coração dispara,
E a saudade abre ferida,
Que só reencontro sará!
Ela expõe na nossa cara,
A foto do sentimento,
Com a tinta da tristeza,
Na folha do pensamento,
A dor escreve saudade,
Com “S” de Sofrimento!
Provoca envelhecimento,
Tristeza e desesperança,
Os sintomas são os mesmos,
Em velhos, jovens e crianças,
Vírus do raker do tempo,
Que deleta na lembrança!
A saudade não se cansa,
De gargalhar de quem chora,
Não é dor que um comprimido,
Ajuda a passar na hora,
É um banço que a pessoa,
Só vendo a outra melhora!
Ninguém sabe onde ela mora,
Mais vive em todo lugar,
Quem ama sente desejo,
De ver ouvir e tocar,
E gostar sem sentir saudades,
É mesmo que não gostar!
Todos que conseguem amar,
São portadores suspeitos,
Nas cartas nos telegramas,
Nos telefonemas feitos,
Seria rica a SAUDADE,
Se cobrasse os seus diretos!
A dor dos sonhos desfeitos,
Faz a saudade existir,
Ninguém rompe um casamento,
Com quem gosta sem sentir,
Saudade naquelas horas,
Que se deita pra dormir!
Sua voz não posso ouvir,
Seu rosto é desconhecido,
Quem diz que não tem saudade,
Perdendo um ente querido,
Pode a até ficar sem sono,
Mais sem saudade eu duvido!
Ela não toma partido,
Nem faz distinção de amante,
Um texto sem ter autor,
E uma imagem constante,
Na televisão dos olhos,
De quem se encontra distante!
Às vezes por um rompante,
A gente acaba um amor,
No outro dia a saudade,
Ponto final não quer pôr,
E o sal que começa o nome,
Tempera o gosto da dor!
Estuda o interior,
Da alma que se apaixona,
Entra sem pedir licença,
E Toma conta sem dona,
Sem avisar põe na mira,
E Sem piedade detona!
Meu coração deu carona,
Sem querer e ela entrou,
A enchente dos meus olhos,
Ha muito tempo secou,
E trago no peito um incêndio,
Que a saudade começou!
Ela toca quem amou,
E viu que amar valia à pena,
No rol das grandes paixões,
Não tem saudade pequena,
E recaída de sarampo,
É 10 vezes mais amena!
Corpo e alma ela envenena,
De quem sofre o abandono,
Quando ela pega pesado,
No máximo os olhos do dono,
Nas 12 horas de noite,
Tem 10 minutos de sono!
Eu não xeroco nem clono,
Da saudade as digitais,
Sombra dos apaixonados,
Carma que aflige os casais,
E o mal que ela faz aos corpos,
Nem tuberculose faz!
Os Nonatos
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Soneto do Viver
Nesta data repleta de alegria,
O meu verso lhe dou com humildade.
É o presente sereno da magia
Que transborda nas linhas da verdade.
Os desejos são: luz, paz, harmonia!
O "Cinquenta" traduz serenidade,
Um percurso sublime que irradia.
Os instantes vividos com saudade.
No jardim colorido do viver,
O perfume que exala do seu ser
Traz a rima perfeita do momento.
Cada pétala aberta da emoção
Faz o mundo tocar seu coração
Com o pólem sutil do sentimento.
Autora: Rachel Rabelo – 11/11/2010
DO BLOG DO POETA GILMAR LEITE
O meu verso lhe dou com humildade.
É o presente sereno da magia
Que transborda nas linhas da verdade.
Os desejos são: luz, paz, harmonia!
O "Cinquenta" traduz serenidade,
Um percurso sublime que irradia.
Os instantes vividos com saudade.
No jardim colorido do viver,
O perfume que exala do seu ser
Traz a rima perfeita do momento.
Cada pétala aberta da emoção
Faz o mundo tocar seu coração
Com o pólem sutil do sentimento.
Autora: Rachel Rabelo – 11/11/2010
DO BLOG DO POETA GILMAR LEITE
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