Sua beleza não se limita
Não tão somente por fora
É mais linda por dentro
É no coração que aflora
Mesmo assim no meu peito
Abriga um coração com defeito
Mas que te ama e te adora
Mario Almeida
SERTÃO POETA
sábado, 17 de março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
COM AS ASAS DA ESPERANÇA
COM AS ASAS DA ESPERANÇA
BUSQUE SEUS OBJETIVOS
PROCURE SEMPRE MOTIVOS
PRA SONHAR COMO CRIANÇA
POIS QUEM SONHA SEMPRE ALCANÇA
COM O PODER DO SEU QUERER
FAZ MORRER E FAZ VIVER
COM FÉ EM SEU SALVADOR
SE TRATA-LO COM AMOR
ELE TE DARÁ PODER
GISNARD MATOS
SÃO JOSÉ DO EGITO
BUSQUE SEUS OBJETIVOS
PROCURE SEMPRE MOTIVOS
PRA SONHAR COMO CRIANÇA
POIS QUEM SONHA SEMPRE ALCANÇA
COM O PODER DO SEU QUERER
FAZ MORRER E FAZ VIVER
COM FÉ EM SEU SALVADOR
SE TRATA-LO COM AMOR
ELE TE DARÁ PODER
GISNARD MATOS
SÃO JOSÉ DO EGITO
domingo, 11 de março de 2012
sábado, 10 de março de 2012
JEGUE NORDESTINO SERÁ TIRA-GOSTO DE CHINÊS
Chineses querem exportar 300 mil jegues por ano
Da Agência O Globo
Em meio aos produtos brasileiros exportados para a China, o novo objeto de desejo é o popular jegue nordestino. Há cerca de um mês, um acordo entre os dois países liberou o intercâmbio de jumentos – também conhecidos como jegues ou asnos, utilizados na indústria chinesa de alimentos e cosméticos.
Os chineses pretendem importar 300 mil jumentos por ano do Nordeste, onde o animal é encontrado em abundância. Com as facilidades de financiamento, houve um crescimento muito grande do uso de motos para o transporte local e os jegues estão perdendo espaço no interior do Nordeste.
A China abate 1,5 milhão de burros ao ano. O processo envolve tecnologia de ponta, com melhoria genética, produção de alimentos específicos e assistência técnica.
NOSSA OPINIÃO
Em 1984 uma industria de charque de Belo Jardim-PE andou massacrando o nosso gangão e transformando milhares deles em charque para exportação. Era um absurdo a maneira desumana como a coisa era feita. Uma lei determinava que apenas animais velhos ou aleijados deveriam ser levados para este fim. Então, proprietários desalmados e os próprios motoristas e ajudantes das carretas que transportavam os animais se encarregavam de 'aleijar' os bichinhos atropelando-os na estrada ou quebrando suas pernas a pauladas. Agora que a motocicleta domina o sertão, a água encanada e o fogão a gás chegaram em todas as residências, o jumento, depois de 400 anos de contribuição ao desenvolvimento do Nordeste virou 'persona non-grata'. Em 1984, em parceria com o poeta Gonzaga Vieira, eu produzi um folheto (ainda inédito) intitulado "O massacre do jumento nordestino", que dizia mais ou menos assim:
O jumento nosso irmão
Cantado em prosa e verso
Que um dia transportou
O Autor do Universo
Vive hoje maltratado
Sendo até eliminado
Num atentado perverso.
Nos circos ou zoológicos
É comida de leão
Repasto de outras feras
É o nosso pobre irmão
Há tempos Luiz Gonzaga
Denunciava esta saga
Em inspirada canção.
Na fuga para o Egito
Jesus, José e Maria
Optaram pelo jegue
Por ser boa montaria
E a Família Sagrada
Viu-se assim transportada
Com conforto (sic) e garantia.
(...)
(CANCÃO DE FOGO)
ATENÇÃO POETAS DE PLANTÃO. FAÇAM SEUS COMENTÁRIOS!!! VAMOS NOS MOBILIZAR EM DEFESA DO "NOSSO IRMÃO". FAÇAMOS UMA CARTA EM VERSOS À PRESIDENTE DILMA PARA IMPEDIR ESSE ABSURDO. DUVIDO QUE LULA PERMITISSE TAL ABERRAÇÃO!!!
Da Agência O Globo
Em meio aos produtos brasileiros exportados para a China, o novo objeto de desejo é o popular jegue nordestino. Há cerca de um mês, um acordo entre os dois países liberou o intercâmbio de jumentos – também conhecidos como jegues ou asnos, utilizados na indústria chinesa de alimentos e cosméticos.
Os chineses pretendem importar 300 mil jumentos por ano do Nordeste, onde o animal é encontrado em abundância. Com as facilidades de financiamento, houve um crescimento muito grande do uso de motos para o transporte local e os jegues estão perdendo espaço no interior do Nordeste.
A China abate 1,5 milhão de burros ao ano. O processo envolve tecnologia de ponta, com melhoria genética, produção de alimentos específicos e assistência técnica.
NOSSA OPINIÃO
Em 1984 uma industria de charque de Belo Jardim-PE andou massacrando o nosso gangão e transformando milhares deles em charque para exportação. Era um absurdo a maneira desumana como a coisa era feita. Uma lei determinava que apenas animais velhos ou aleijados deveriam ser levados para este fim. Então, proprietários desalmados e os próprios motoristas e ajudantes das carretas que transportavam os animais se encarregavam de 'aleijar' os bichinhos atropelando-os na estrada ou quebrando suas pernas a pauladas. Agora que a motocicleta domina o sertão, a água encanada e o fogão a gás chegaram em todas as residências, o jumento, depois de 400 anos de contribuição ao desenvolvimento do Nordeste virou 'persona non-grata'. Em 1984, em parceria com o poeta Gonzaga Vieira, eu produzi um folheto (ainda inédito) intitulado "O massacre do jumento nordestino", que dizia mais ou menos assim:
O jumento nosso irmão
Cantado em prosa e verso
Que um dia transportou
O Autor do Universo
Vive hoje maltratado
Sendo até eliminado
Num atentado perverso.
Nos circos ou zoológicos
É comida de leão
Repasto de outras feras
É o nosso pobre irmão
Há tempos Luiz Gonzaga
Denunciava esta saga
Em inspirada canção.
Na fuga para o Egito
Jesus, José e Maria
Optaram pelo jegue
Por ser boa montaria
E a Família Sagrada
Viu-se assim transportada
Com conforto (sic) e garantia.
(...)
(CANCÃO DE FOGO)
ATENÇÃO POETAS DE PLANTÃO. FAÇAM SEUS COMENTÁRIOS!!! VAMOS NOS MOBILIZAR EM DEFESA DO "NOSSO IRMÃO". FAÇAMOS UMA CARTA EM VERSOS À PRESIDENTE DILMA PARA IMPEDIR ESSE ABSURDO. DUVIDO QUE LULA PERMITISSE TAL ABERRAÇÃO!!!
quinta-feira, 8 de março de 2012
Salve a Mulher Brasileira (8 de março dia internacional da mulher)
Na rima da poesia, venho homenagear,
A mulher que noite e dia não para de trabalhar.
Com garra e ousadia, luta pelos seus direitos,
A mulher quebra tabus e derruba preconceitos.
Salve mulher brasileira, mulher de todas as raças,
Salve a beleza morena da mulher cheia de graça.
Salve a mulher que sofre que ama e não desiste.
Salve a mulher que luta,que cai,levanta e persiste.
Em versos exalto a luta dessa guerreira audaz,
Combatente incansável, que não desiste jamais.
Mulher é força suprema, pura determinação,
Mulher é garra constante, é a coragem em ação.
Salve a magia existente na fronte dessa guerreira,
salve a perseverança que tem a mulher brasileira.
Salve a mulher indígena, negra, branca e suburbana,
Salve a mulher rural, salve a mulher urbana.
Sou poeta apaixonado,por ela tenho paixão,
na beleza feminina busco minha inspiração.
Canto,em versos,a trajetória da mulher e sua luta,
Desse ser maravilhoso,que não foge da labuta.
Salve o dom de encantar que tem essa criatura;
A coragem de lutar, salve a sua formosura.
Salve Marias, Joanas, salve oh! Musa guerreira,
Salve a mulher e seu dia, salve a mulher brasileira.
(Luiz Carlos Gurutuba)
Fonte: Blog Agroecologia em versos e noticias
segunda-feira, 5 de março de 2012
Não há seca que torre o meu sertão, Nem macumba que acabe o nosso amor.
No sertão eu nasci e fui criado
E amar será sempre o meu destino,
Como todo poeta nordestino,
Sou da vida, um eterno apaixonado,
Cada verso que eu faço é inspirado
Nas belezas do meu interior,
Como amante E fiel agricultor
Eu cheguei a seguinte conclusão:
Não há seca que torre o meu sertão
Nem macumba que acabe o nosso amor.
De Ademar Macedo
Enviado por Moisés Paulino de Carnaiba
E amar será sempre o meu destino,
Como todo poeta nordestino,
Sou da vida, um eterno apaixonado,
Cada verso que eu faço é inspirado
Nas belezas do meu interior,
Como amante E fiel agricultor
Eu cheguei a seguinte conclusão:
Não há seca que torre o meu sertão
Nem macumba que acabe o nosso amor.
De Ademar Macedo
Enviado por Moisés Paulino de Carnaiba
João Paraibano disse:
A juventude não dá
Direito a segunda via
Jesus pintou meus cabelos
No final da Boemia
Mas na hora de pintar
Esqueceu de perguntar
Qual era a cor que eu queria
Toda a noite quando deito
Um pesadelo me abraça
Meu cabelo que era preto
Esta da cor de fumaça
Ficou branco após os trinta
Eu não quis gastar com tinta
O tempo pintou de graça
Fonte: Blog Agroecologia em Versos e Noticias
Direito a segunda via
Jesus pintou meus cabelos
No final da Boemia
Mas na hora de pintar
Esqueceu de perguntar
Qual era a cor que eu queria
Toda a noite quando deito
Um pesadelo me abraça
Meu cabelo que era preto
Esta da cor de fumaça
Ficou branco após os trinta
Eu não quis gastar com tinta
O tempo pintou de graça
Fonte: Blog Agroecologia em Versos e Noticias
sexta-feira, 2 de março de 2012
EU SEI COMO FAZER ELA FELIZ, VOU NO SONHO DIZER QUE GOSTO DELA.
VOU FALAR QUE ME ENCONTRO SEM ABRIGO
DEPOIS QUE DOS SEUS BRAÇOS ME AFASTEI
PERDI CONTA DAS BOCAS QUE BEJEI
PRA TENTAR ESQUECE-LA E NÃO CONSIGO
SEM QUERER ACORDA-LA AINDA DIGO
QUE EM TUDO QUE EU FAÇO LEMBRO ELA
E QUE SE FOR PREISO ACENDO VELA
PRA PEDIR O QUE SO AGENTE QUIS
EU SEI COMO FAZER ELA FELIZ
VOU NO SONHO DIZER QUE GOSTO DELA.
.
EMANOEL MARCOS MARQUES DE SÃO JOSÉ DO EGITO
DEPOIS QUE DOS SEUS BRAÇOS ME AFASTEI
PERDI CONTA DAS BOCAS QUE BEJEI
PRA TENTAR ESQUECE-LA E NÃO CONSIGO
SEM QUERER ACORDA-LA AINDA DIGO
QUE EM TUDO QUE EU FAÇO LEMBRO ELA
E QUE SE FOR PREISO ACENDO VELA
PRA PEDIR O QUE SO AGENTE QUIS
EU SEI COMO FAZER ELA FELIZ
VOU NO SONHO DIZER QUE GOSTO DELA.
.
EMANOEL MARCOS MARQUES DE SÃO JOSÉ DO EGITO
MEU PEITO E O CHÃO
Preparei minha terra pra plantar,
Mas a chuva não veio até agora...
Enfeitei o meu peito para amar,
E a mulher que mais amo foi embora...
Mas as nuvens já vêm anunciar,
Que uma chuva virá regando a flora.
Só não veio ninguém pra me avisar,
Se quem amo virá na mesma hora.
Mesmo assim o meu peito é como o chão,
Sempre fértil, está de prontidão,
Esperando chover bem de mansinho...
Mas um chão, sem chover, pode rachar
E o meu peito, cansado de esperar,
Rachará nessa seca de carinho!
Vinícius Gregório
Fonte: Blog Agroecologia em versos e noticias
Mas a chuva não veio até agora...
Enfeitei o meu peito para amar,
E a mulher que mais amo foi embora...
Mas as nuvens já vêm anunciar,
Que uma chuva virá regando a flora.
Só não veio ninguém pra me avisar,
Se quem amo virá na mesma hora.
Mesmo assim o meu peito é como o chão,
Sempre fértil, está de prontidão,
Esperando chover bem de mansinho...
Mas um chão, sem chover, pode rachar
E o meu peito, cansado de esperar,
Rachará nessa seca de carinho!
Vinícius Gregório
Fonte: Blog Agroecologia em versos e noticias
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
A vida, segundo Pinto do Monteiro
Eu comparo esta vida
à curva da letra S:
tem uma ponta que sobe
tem outra ponta que desce
e a volta que dá no meio
nem todo mundo conhece
(Pinto do Monteiro)
à curva da letra S:
tem uma ponta que sobe
tem outra ponta que desce
e a volta que dá no meio
nem todo mundo conhece
(Pinto do Monteiro)
Pajeuzeiro graças a Deus
Pajeú, teu cenário me encanta
Desde a voz do vaqueiro aboiador,
Ao Verão que desbota a cor da planta,
E a abelha que bebe o mel da flor.
O refúgio da caça que se espanta
No chiado dos pés do caçador,
A romântica canção que o rio canta
Na passagem de um ano chovedor.
Quando a chuva da nuvem inunda as grotas
O volume da água banha Brotas,
e onde a curva do rio faz um U...
Nasce um pé de esperança no teu povo;
Tudo indica que Cristo quando novo
Aprendeu a caminhar no Pajeú.
(João Paraibano)
Desde a voz do vaqueiro aboiador,
Ao Verão que desbota a cor da planta,
E a abelha que bebe o mel da flor.
O refúgio da caça que se espanta
No chiado dos pés do caçador,
A romântica canção que o rio canta
Na passagem de um ano chovedor.
Quando a chuva da nuvem inunda as grotas
O volume da água banha Brotas,
e onde a curva do rio faz um U...
Nasce um pé de esperança no teu povo;
Tudo indica que Cristo quando novo
Aprendeu a caminhar no Pajeú.
(João Paraibano)
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
O verbo amar, no passado
Eu fiquei enganado e tu partiste,
Eu sofri, eu chorei, tu nem ligaste,
Eu te amei, mas no fim tu não me amaste,
... Eu falei a verdade e tu mentiste.
Eu te dei meu calor quando pediste,
Tu com esse calor, te requentaste.
Eu perdi meu calor e tu ganhaste,
Hoje é zero o calor que em mim existe.
Dei-te tudo e no fim nada me deste,
Fiz de tudo por ti, nada fizeste,
A não ser me deixar desenganado.
O presente sem ti queima e me testa.
No passado te tive e agora resta
Conjugar nossa história no passado.
Vinícius Gregório
Eu sofri, eu chorei, tu nem ligaste,
Eu te amei, mas no fim tu não me amaste,
... Eu falei a verdade e tu mentiste.
Eu te dei meu calor quando pediste,
Tu com esse calor, te requentaste.
Eu perdi meu calor e tu ganhaste,
Hoje é zero o calor que em mim existe.
Dei-te tudo e no fim nada me deste,
Fiz de tudo por ti, nada fizeste,
A não ser me deixar desenganado.
O presente sem ti queima e me testa.
No passado te tive e agora resta
Conjugar nossa história no passado.
Vinícius Gregório
“É TRISTE SENTIR SAUDADE, SEM PODER DIZER DE QUEM”
“É TRISTE SENTIR SAUDADE
SEM PODER DIZER DE QUEM”
É triste a gente querer
Mostrar o amor da gente
Por alguém, publicamente
Sem o coração poder
Sendo obrigado esconder
Toda saudade que tem
Sabendo que alguém, também
Reprime a mesma vontade
“É triste sentir saudade
Sem poder dizer de quem”.
É triste não ter direito
Como aderência no lodo
De mostrar ao mundo todo
Como ummor é perfeito
Ter que retrair no peito
Saudade grande de alguém
Pra não deixar que ninguém
Descubra a intimidade
“É triste sentir saudade
Sem poder dizer de quem”.
Grande poeta Zé Adalberto
Enviado por Lucivania Bernardo de Itapetim
SEM PODER DIZER DE QUEM”
É triste a gente querer
Mostrar o amor da gente
Por alguém, publicamente
Sem o coração poder
Sendo obrigado esconder
Toda saudade que tem
Sabendo que alguém, também
Reprime a mesma vontade
“É triste sentir saudade
Sem poder dizer de quem”.
É triste não ter direito
Como aderência no lodo
De mostrar ao mundo todo
Como ummor é perfeito
Ter que retrair no peito
Saudade grande de alguém
Pra não deixar que ninguém
Descubra a intimidade
“É triste sentir saudade
Sem poder dizer de quem”.
Grande poeta Zé Adalberto
Enviado por Lucivania Bernardo de Itapetim
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
QUATRO LETRAS ( a,m,o, r.)
Quatro letras se juntam conversando
E falando de se, o tempo inteiro.
A primeira falou, aventureiro.
Eu sou “A” estou sempre Apreciando
A segunda já foi se animando
E dizendo sou “M” Mensageiro
A terceira falou muito ligeiro
Eu sou “O” já estou Organizando
E a quarta falou, eu sou Real.
Eu sou “R” Razão, sou Radical,
Igual todas também tenho valor
E ficaram as quatro a comentarem
Decidiram as quatro se juntarem,
Para juntas fazer o nome AMOR.
Soneto inspirado em um soneto de Dede
monteiro...quatro velas..
Autor:José Nilton (poeta divino)
São José do Egito PE (06/01/2012)
E falando de se, o tempo inteiro.
A primeira falou, aventureiro.
Eu sou “A” estou sempre Apreciando
A segunda já foi se animando
E dizendo sou “M” Mensageiro
A terceira falou muito ligeiro
Eu sou “O” já estou Organizando
E a quarta falou, eu sou Real.
Eu sou “R” Razão, sou Radical,
Igual todas também tenho valor
E ficaram as quatro a comentarem
Decidiram as quatro se juntarem,
Para juntas fazer o nome AMOR.
Soneto inspirado em um soneto de Dede
monteiro...quatro velas..
Autor:José Nilton (poeta divino)
São José do Egito PE (06/01/2012)
“QUEM QUISER SABER MAIS DO NOSSO AMOR, SINTA O CHEIRO DA NOSSA POESIA”.
HÁ UM SURTO DE REALIZAÇÃO
ESPALHADO POR ONDAS, SEM SER BRISA
TODA VEZ QUE A SAUDADE POLINIZA
A FRAGRÂNCIA DA NOSSA INSPIRAÇÃO
HÁ SEGREDOS DO NOSSO CORAÇÃO
QUE SE LANÇAM DA NOITE PARA O DIA
PORQUE NOSSO JARDIM DE FANTASIA
BROTA VERSO E TRANSFORMA RIMA EM FLOR
“QUEM QUISER SABER MAIS DO NOSSO AMOR
SINTA O CHEIRO DA NOSSA POESIA”.
ZÉ ADALBERTO - 15.01.2012.
Enviado por Lucivania Bernardo – Itapetim-PE
ESPALHADO POR ONDAS, SEM SER BRISA
TODA VEZ QUE A SAUDADE POLINIZA
A FRAGRÂNCIA DA NOSSA INSPIRAÇÃO
HÁ SEGREDOS DO NOSSO CORAÇÃO
QUE SE LANÇAM DA NOITE PARA O DIA
PORQUE NOSSO JARDIM DE FANTASIA
BROTA VERSO E TRANSFORMA RIMA EM FLOR
“QUEM QUISER SABER MAIS DO NOSSO AMOR
SINTA O CHEIRO DA NOSSA POESIA”.
ZÉ ADALBERTO - 15.01.2012.
Enviado por Lucivania Bernardo – Itapetim-PE
Assinar:
Postagens (Atom)



