Blog Sertão Poeta, Anuncie!

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Nunca mais vou chorar na sepultura Do amor que eu mesmo assassinei



Nunca mais uma lágrima vai cair
Aprendi a viver com essa dor
Dos dois crimes que tem, um é o amor
Mais um outro, o direito de sorrir
Muitos meses contados sem dormir
Muitas horas somadas que chorei
E o pranto que em publico derramei
Hoje ecoa em meu íntimo e me tortura
Nunca mais vou chorar ne sepultura
Do amor que eu mesmo assassinei

Quando um grande amor, a gente mata
Lá no céu de desgosto um anjo chora
Se eu pudesse estornar aquela hora
Nunca mais  eu falava em sorte ingrata
Apesar desta dor que me maltrata
Me conforta saber que já te amei
Alguns crimes das costas já tirei
Mas o crime do amor inda perdura
Nunca mais vou chorar na sepultura
Do amor que eu mesmo assassinei

Hoje vivo tal qual um condenado
Tendo a pena perpétua como pena
E de pena se chora vendo a cena
Quem da morte do mar se fez culpado
Tem a sombra da culpa do meu lado
E a memória lembrando que errei
Se pensar que da dor me libertei
A consciência sem dor me enclausura 
Nunca mais vou chorar na sepultura
Do amor que mesmo assassinei.



GLOSAS: PAULO RABELO
MOTE: AUTOR DESCONHECIDO
FONTE: BLOG DO JOSA RABELO

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Três Anos de Percurso Sertão Poeta




São três anos de percurso
De poesia com fartura
Tem a Net como ferramenta
E o Blog como estrutura
Assim veio o Sertão Poeta
Divulgar é sua meta
Valorizando a cultura

São três anos de percurso
Divulgando a nossa raiz
Do Sertão ao Chuí
Até pra fora do país
Lá onde o vento se desfaz
É onde a poesia se faz
Assim um poeta diz

                                     Autor: Mario Almeida

ANDANDO POR AÍ



EU TENHO ANDADO DE UM JEITO
DE UM JEITO QUE NÃO ENTENDO
É COMO SEU EU VISSE ALGO
QUE NADA TIVESSE VENDO
É COMO SE PARASSE PRA PENSAR
E O PENSAMENTO A VIAJAR
NO PERCURSO FOSSE SE PERDENDO

MINHA CABEÇA VIVE OCUPADA
SENDO QUE ELA VAZIA ESTÁ
ÀS VEZES PRECISO DE UM SILÊNCIO
PRA MEU PRÓPRIO SILÊNCIO ESCUTAR
E COMO O SILÊNCIO É UM VAZIO
PERCO-ME NESSE VÁCUO SUTIL
QUE NÃO SEI ONDE VAI PARAR

Mario Almeida ( O Poeta Apaixonado)