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segunda-feira, 31 de março de 2014

"Vejo o espelho cruel da minha sorte Refletindo a beleza do passado."

Vejo marcas profundas no meu peito 
Que o espelho da vida me reflete 
Não existe momento que repete 
Tudo aquilo que um dia já foi feito 
A metade de um sonho foi desfeito 
Com a outra metade foi levado 
O meu ser que não foi cicatrizado 
Chora em dor quando lhe machucam o corte 
"Vejo o espelho cruel da minha sorte 
Refletindo a beleza do passado."

Mote: Severina Branca 
Glosa: Dayane Rocha
Fonte: Blog Poeta Leo Medeiros

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