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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Soneto de Mariana Véras

Imagem Blog Agroecologia News

Satisfeita, tranquila, apaixonada…
Esqueci a pureza dos meus versos
Quando a língua da alma anda calada,
Alguns passos na mente andam dispersos
Logo eu, que da rima sou refém…
Soneguei tantas linhas sem motivo
E a caneta com todo este desdém
Ofuscou meu olhar mais expressivo
Pois no olhar onde guardo minhas dores
Que transcendem razões, medos e amores
No encaixe da mão tem sua rota!
E o poeta que sente a sua essência
A saudade, o amor e a consciência
Sabe bem que seu verso nunca esgota!
Mariana Véras
Fonte: Blog Agroecologia News

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