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quarta-feira, 13 de maio de 2015

Grande Poetisa Catarine Aragão

Vendo a seca que assola meu sertão 
Eu chorei de tristeza e de desgosto 
Sem poder ajudar, reguei o chão
Com as lágrimas que escorrem no meu rosto
Quase morto de sede, um boi de carro
Procurando por água, bebeu barro
Numa poça que resta na barragem 
Essa cena me fez entristecer 
E eu fechei os meus olhos pra não ver 
Como é triste o sertão na estiagem
Catarine Aragão

Nasci tarde e não pude conhecer
Mesmo assim eu sou fã e boto fé
Que o poeta da sala de reboco 
Destacou a cultura de Sumé
E eu me orgulho demais por ser um fruto
Dessa terra de gênios que deu Zé

Catarine Aragão

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